PNAIC

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa

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Textos, documentos, atividades, slides das formações do PNAIC entre outros...

 

7 erros do professor em sala de aula

30 de jan de 2015

Confira como evitar atividades sem foco ou morosas, que roubam um precioso tempo da aprendizagem




Ilustração: Orlandeli1. Utilizar o tempo de aula para corrigir provas
O problema Deixar a turma sem fazer nada ao corrigir exames ou propor que os alunos confiram as avaliações.
 
A solução Nesse caso, o antídoto é evitar a ação. Corrigir provas é tarefa do educador, para que ele possa aferir os pontos em que cada um precisa avançar. E o momento certo para isso é na hora-atividade.



Ilustração: Orlandeli





2. Exigir que todos falem na socialização
O problema Durante um debate, pedir que todos os estudantes se manifestem, gerando desinteresse e opiniões repetitivas. 
A solução
O ideal é fazer perguntas como "Alguém tem opinião diferente?" e "E você? Quer acrescentar algo?". Assim, as falas não coincidem e os alunos são incentivados a ouvir e a refletir.




Ilustração: Orlandeli 


3. Não desafiar alunos adiantados
O problema Crianças que terminam suas tarefas ficam ociosas ao esperar que os demais acabem. Além de perder uma chance de aprender, atrapalham os colegas que ainda estão trabalhando. 
A solução
Ter uma segunda atividade relacionada ao tema da primeira para contemplar os mais rápidos.




Ilustração: Orlandeli 



4. Colocar a turma para organizar a sala
O problema A arrumação de carteiras e mesas para trabalhos em grupo e rodas de leitura acaba tomando uma parte da aula maior do que das atividades em si. 
A solução
Analisar se a mudança na disposição do mobiliário influi, de fato, no aprendizado. Em caso positivo, vale programar arrumações prévias à aula.





Ilustração: Orlandeli
5. Falar de atualidades e esquecer o currículo
O problema Abordar o assunto mais quente do momento por várias aulas, o que pode sacrificar o tempo dedicado ao conteúdo. 
A solução
Dosar o espaço das atualidades e contextualizar o tema. Em Geografia, por exemplo, pode-se falar de deslizamentos de terra relacionando-os aos tópicos de geologia.




Ilustração: Orlandeli 



6. Realizar atividades manuais sem conteúdo
O problema Pedir que os alunos façam atividades como lembrancinhas para datas comemorativas sem nenhum objetivo pedagógico. 
A solução
Só propor atividades manuais ligadas a conteúdos curriculares - nas aulas de Artes, por exemplo, para estudar a colagem como um procedimento artístico.




Ilustração: Orlandeli



 7. Propor pesquisas genéricas
O problema Pedir trabalhos individuais sobre um tema sem nenhum tipo de subdivisão. Como resultado, surgem produções iguais e, muitas vezes, superficiais. 
A solução
Dividir o tema em outros menores e com indicações claras do que pesquisar. Isso proporciona investigações mais profundas e dinamiza a socialização.







Resta lembrar que nem tudo o que foge ao planejamento é perda de tempo. Questionamentos, por exemplo, são indícios de interesse no assunto ou de que um ponto precisa ser esclarecido. "Para esse tipo de desvio de rota, vale, sim, abrir espaço. Afinal, são atividades reflexivas e que auxiliam na aprendizagem", afirma Cristiane Pelissari, formadora da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/7-erros-professor-629265.shtml 

Professor: saiba como tornar a sua sala de aula ideal para o aprendizado

23 de jan de 2015

Existem maneiras de transformar a sala de aula em um ambiente favorável ao ensinamento e ao aprendizado; confira como fazer isso
Fonte: Shutterstock

Muitos educadores têm buscado diferentes formas para tornar a sala de aula um lugar agradável, e ao mesmo tempo produtivo. Afinal, trata-se de um ambiente considerado fundamental para o ensino e o aprendizado, onde uma relação de confiança entre a turma é construída.

Entretanto, atingir a perfeição não é uma tarefa fácil, e requer muito esforço. Em geral, as salas de aula assumem a personalidade do professor, e mesmo que apresentem semelhanças, elas não são exatamente iguais.

Confira a seguir as principais formas de tornar a sala de aula um ambiente ideal:

1-Seja autêntico

Apresente propostas inovadoras aos alunos, construindo o aprendizado a partir de seus interesses e habilidades. Não fique preso somente às formas tradicionais de ensino. Não tenha medo de experimentar.

2-Estimule a criatividade
Torne a sala de aula um ambiente que permite o desenvolvimento de atividades que estimulem a criatividade dos estudantes. Proponha a realização de trabalhos ligados à arte, como cartazes, por exemplo.

3-Faça uma boa organização
As boas salas de aulas são organizadas de modo que tanto a turma quanto o professor tenha um acesso rápido e eficiente aos materiais de estudo.

4- Torne o ambiente confortável
Procure tornar a classe um ambiente confortável para os alunos. Durante a aula, eles precisam sentir-se livres dos problemas pessoais, para conseguir assimilar o conteúdo eficientemente.

5- Seja positivo com os alunos                                                                                
Procure sempre lidar com os seus estudantes de uma forma positiva.

O ambiente adequado é fundamental para o sucesso no aprendizado. Aplique essas dicas e mantenha o interesse da turma em suas aulas!


 

Pacto pela Alfabetização terá novo ciclo a partir de abril

      Está previsto para abril o início do terceiro ciclo do Pacto pela Alfabetização na Idade Certa, promovido pelo Ministério da Educação em parceria com universidades públicas e os sistemas de ensino de estados e municípios. O curso, presencial, qualifica professores das redes públicas da educação básica que lecionam em turmas de alfabetização, do primeiro ao terceiro ano do ensino fundamental.
Na primeira etapa do pacto, em 2013/2014, os professores receberam formação em letramento; na segunda, em 2014/2015, em matemática, curso que será concluído em março próximo, de acordo com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB). O terceiro ciclo, que será desenvolvido em 2015 e 2016, vai abordar as demais áreas do conhecimento de forma integrada, com o objetivo de promover a educação integral das crianças.
De acordo com dados da coordenação de formação continuada de professores da SEB, dos 317.207 educadores inscritos no ciclo do letramento, 313.598 concluíram o curso; no ciclo de matemática, que está em fase final, 311.194 educadores estão em aula e devem finalizar a formação em março próximo.
A qualificação dos docentes alfabetizadores tem duração de 120 horas por ano, com metodologia que propõe estudos e atividades práticas. Os encontros são conduzidos por orientadores de estudos, que são professores das redes públicas a que os alfabetizadores estão vinculados.
Parceria – O Pacto pela Alfabetização na Idade Certa é realizado por uma parceria que reúne quatro segmentos com responsabilidades compartilhadas: o Ministério da Educação, uma rede de universidades públicas federais e estaduais, as redes estaduais e municipais e os professores alfabetizadores.
São responsabilidades do MEC os encargos das bolsas de estudos pagas aos alfabetizadores e das demais bolsas – para educadores das universidades envolvidas na formação, aos coordenadores no pacto nos estados, Distrito Federal e municípios e aos professores orientadores dos cursos em cada município. Também é atribuição do ministério providenciar, produzir e distribuir cadernos de formação dos educadores e enviar material didático, paradidático, dicionários, obras literárias e jogos às escolas que tenham classes de alfabetização.
Cabe às instituições públicas de ensino superior que aderiram ao pacto – hoje elas são 41 e representam as cinco regiões do país – coordenar, supervisionar e qualificar os professores formadores. As tarefas dos estados, Distrito Federal e municípios que aderiram ao pacto são criar condições para que os alfabetizadores tenham acesso à formação continuada, designar coordenadores das ações do pacto em âmbito estadual e municipal e selecionar alfabetizadores experientes em cada rede para orientar os cursos.
As escolas também têm responsabilidades no Pacto pela Alfabetização na Idade Certa. Elas devem liberar os educadores para a formação, presencial, e fazer avaliação diagnóstica anual das suas turmas de alfabetização.
Ionice Lorenzoni
Confira os detalhes na página eletrônica do Pacto pela Alfabetização na Idade Certa

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21044 em 23/01/2015

AVALIAÇÕES DIAGNÓSTICAS 2015

15 de jan de 2015


Olá Pessoal,

Preparei algumas avaliações diagnósticas de Língua Portuguesa e Matemática para serem usadas no começo do ano. Elas são bem simples e não muito extensas para que todos possam usá-la sem restrição. A partir delas você conseguirá fazer um mapeamento da sua nova turma, e assim elaborar seu planejamento de acordo com o nível da turma.

LÍNGUA PORTUGUESA

PNAIC 2015

2 de jan de 2015



IMG 5985      Em agosto de 2014, coordenadores, formadores e professores de 29 universidades federais e estaduais participaram do I Seminário de Elaboração dos Materiais de Formação do PACTO 2015. Promovido pela Coordenação de Formação Continuada do MEC, em parceria com as Universidades Federais de Pernambuco (UFPE) e do Paraná (UFPR), o evento reuniu cerca mais de 50 pessoas no Vela Praia Hotel, em Recife (PE).
       O principal objetivo do encontro foi a definição das ementas dos textos que irão compor os cadernos do material de formação para 2015 e também da equipe de autores, leitores críticos e organizadores de cada caderno. "O seminário, além de favorecer a elaboração de um material com maior organicidade e coerência interna, contribuiu para a discussão das diferentes realidades brasileiras, já que quase a totalidade dos Estados do país se faz presente", observou o coordenador geral da UFPR, Emerson Rolkouski.
       O trabalho de produção dos materiais envolve, com a coordenação geral da UFPE e UFPR, a participação de 86 autores (8 por caderno de formação e 3 para os cadernos de orientação), 47 leitores críticos, 10 autores de relatos de experiência, além de apoios pedagógicos/administrativos e equipe do MEC. "Esse esforço conjunto proporciona uma construção pedagógica coletiva e interdisciplinar, com a contribuição fundamental de quem está no dia a dia do Pacto, cujos materiais de 2015 incluem outras áreas referenciadas nas diretrizes curriculares", destacou Tatiane Niceas, que representava, na ocasião, a coordenadora de Formação do MEC, Mirna França.
       Entre as principais novidades dos materiais de 2015, está a construção de um caderno específico para gestores e a inserção de cadernos específicos voltados às áreas de ciências humanas, ciências naturais e artes. De acordo com uma das coordenadoras da UFPE/CEEL, Ester Rosa, o Pacto vai manter o foco nas práticas cotidianas que se realizam no ciclo de alfabetização, tematizando questões como a organização das rotinas, o uso de materiais, a avaliação da aprendizagem e a integração dos componentes curriculares em projetos didáticos. "Outra novidade prevista nesta edição é a distribuição pelo MEC de uma Caixa de Aprendizagem para todas as salas de aula, como diferentes materiais de apoio ao ensino, além da caixa de alfabetização e dos livros do PNBE e do PNLD-Obras Complementares, já distribuídas nos anos anteriores", lembrou.

http://pnaic.com.br/pacto-em-acao/ultimas-noticias/155-universidades-se-reunem-para-elaboracao-dos-materiais-do-pnaic-2015

FELIZ 2015

26 de dez de 2014

O nosso caminho é feito pelos nossos próprios passos… Mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco!
Assim, neste novo ano que se inicia possamos caminhar mais e mais juntos… Em busca de um mundo melhor, cheio de paz, saúde, compreensão e muito amor.
O ano se finda e tão logo o outro se inicia… E neste ciclo do “ir” e “vir” o tempo passa… E como passa! Os anos se esvaem… E nem sempre estamos atentos ao que realmente importa.
Deixe a vida fluir e perceba entre tantas exigências do cotidiano o que é indispensável para você!
Ponha de lado o passado e até mesmo o presente! E crie uma nova vida… Um novo dia… Um novo ano que ora se inicia! Crie um novo quadro para você! Crie, parte por parte… Em sua mente… Até que tenha um quadro perfeito para o futuro… Que está logo além do presente. E assim dê início a uma nova jornada! Que o levará a uma nova vida, a um novo lar… E aos novos progressos na vida! Você logo verá esta realidade, e assim encontrará a maior felicidade… E recompensa…

ENTÃO, É NATAL!

21 de dez de 2014


PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL - ARAUCÁRIA

11 de dez de 2014

Meninas,

para quem interessar, ou apenas para divulgar aos seus conhecidos.

A Coordenadora deste curso é minha professora do PNAIC na UFPR e posso garantir que ela é maravilhosa e competentíssima. Tenho certeza que será um curso excelente.
O curso será ministrado na FACEAR - Araucária

Entrevista com Manuel Sarmento

6 de dez de 2014

"Os pequenos nos dizem muito sobre a sociedade"

Elisangela Fernandes
Manuel Sarmento. Foto: Calil Neto
Manuel Sarmento Graduado em Estudos Portugueses, mestre em Administração Escolar e doutor em Educação da Criança, é docente do Departamento de Ciências Sociais da Educação e diretor do Instituto de Educação, ambos da Universidade do Minho, em Portugal


De acordo com Manuel Sarmento, criança é um pequeno cidadão, mas não é um cidadão menor. Essa foi uma das ideias que ele defendeu ao participar do II Seminário Internacional: Sociologia da Infância, realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em maio. Considerado um dos principais nomes da Sociologia da Infância do mundo contemporâneo, o pesquisador reconhece esse sujeito como um ator social, pleno e integrado à sociedade e, acima de tudo, produtor de cultura.

Em entrevista à NOVA ESCOLA, Sarmento explica como a Psicologia do Desenvolvimento reforça a ideia equivocada de que as pessoas, quando crianças, são incompletas e ainda estão em formação. De acordo com o educador, elas desempenham diferentes papéis sociais, entre eles o de aluno. Por isso, a escola, em especial durante a Educação Infantil, precisa ser um espaço que não só valorize seus saberes como garanta a oportunidade para o exercício pleno de seus direitos.

Quando a prática muda a teoria

3 de dez de 2014

Assista a um trecho da entrevista da edição de outubro com a pesquisadora de alfabetização Magda Soares

Referência internacional nos estudos sobre alfabetização, a pesquisadora Magda Soares, fundadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, fala sobre como um trabalho realizado desde 2007 no município mineiro de Lagoa Santa tem corrigido teorias e guiado práticas docentes.


 A íntegra da entrevista com Magda Soares está na edição 198 (outubro) de Educação.

TV Escola lança série para crianças em fase de alfabetização

30 de nov de 2014

ChicoPacto2Chico na ilha dos Jurubebas é uma série da TV Escola destinada às crianças do 1º ano do ensino fundamental, numa ação vinculada ao Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. A série de 13 episódios apresenta conteúdos de Língua Portuguesa através de um viés lúdico, podendo ser usados dentro e fora da sala de aula.
Material para os professores
Cada episódio da série ganha, também, uma Dica Pedagógica, material destinado aos professores e elaborado por especialistas em educação, com sugestões de atividades que podem ser feitas em sala de aula a partir do conteúdo da série.
Narrativa transmídia
Além de acompanhar a série pela TV, as crianças vão poder interagir com os personagens da Ilha por meio de jogos online. A narrativa da série se desdobra para a Internet. As crianças serão desafiadas a embarcar na aventura para ajudar Chico e seus amigos a se livrarem do sempre mal-intencionado monstro Ozo.
Serão 13 jogos com desafios de língua portuguesa que propõem situações-problema vinculadas à narrativa da série. Além dos jogos, por meio do site as crianças poderão baixar as músicas do Coral dos Jurubebas e assistir a todos os episódios na íntegra. Todo o conteúdo da plataforma está livre para download. Veja clicando aqui.

Avaliação de alfabetização começa a ser aplicada nas escolas

26 de nov de 2014

Estudantes do 3º ano do ensino fundamental de escolas públicas de todo o País começaram a responder às questões da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA). O objetivo é avaliar o aprendizado dos alunos no final do ciclo da alfabetização. Esta é a segunda vez que o exame é aplicado nacionalmente. O processo é feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e segue até sexta-feira (28).
As questões, na área de leitura, escrita e matemática, são divididas em dois dias de aplicação. “A segunda aplicação será bem importante para as escolas que receberam este ano os resultados de 2013. Trata-se de um diagnóstico importante, que só era feito a partir do 5º ano [com a Prova Brasil]”, explica a coordenadora-geral do Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco.
Ao final dos três anos do chamado ciclo da alfabetização, espera-se que o estudante tenha um nível de autonomia para continuar o aprendizado no 4º e 5º ano – momentos de consolidação da habilidade já desenvolvida, acrescenta a coordenadora-geral do Todos pela Educação.
A ANA foi criada a partir do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). O acordo estabelece que todas as crianças até os 8 anos de idade sejam alfabetizadas em português e matemática. “A situação no Brasil é muito preocupante: a cada 20 crianças que entram na educação básica, apenas uma sai com a formação adequada em matémática e três em língua portuguesa no ensino médio. A solução do ensino médio não está só no período, mas ao longo de todo o ensino básico”, destaca Alejandra.

Este ano, apenas as escolas tiveram acesso aos resultados obtidos na avaliação de 2013. Segundo o Inep, o objetivo da ANA é apenas pedagógico. “As escolas, por meio de boletins eletrônicos, podem conferir os resultados finais da ANA 2013 desde setembro de 2014 e tomar as decisões pedagógicas necessárias”, informou a autarquia quando os resultados foram disponibilizados.

O Inep ainda não divulgou se o padrão de divulgação dos resultados da avaliação de 2014 será o mesmo. Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, os resultados deveriam ser publicizados para permitir controle mais rigoroso pela sociedade.

“Os resultados não foram devidamente divulgados, não foram problematizados, não é suficiente para avaliar o impacto do exame, do grau de alfabetização”. A ANA propõe-se a ser uma avaliação censitária, de larga escala, que servirá para a produção de índices sobre a alfabetização e letramento dos estudantes, conforme define a portaria que a criou.

A Escola Classe da 102 Sul, em Brasilia, marcou a avaliação logo para a primeira semana (terça e quinta-feira). “A avalição [do ano passado] foi proveitosa. Em cima do resultado, quando saiu, discutimos o que podíamos melhorar e o que estava bom“, diz o diretor da escola, Geraldo Almeida Guimarães. Como o resultado final foi divulgado em setembro, ele diz que não foi possível implementar mudanças especificamente baseadas na avaliação para este ano.

Para Guimarães, o desempenho da escola foi bom. Os alunos foram divididos em quatro níveis. A maior parte dos alunos da escola classe ficou entre o terceiro e o quarto níveis, considerados satisfatórios.

A forma de divulgação, ainda que apenas para os centros de ensino, apresentou novidades que poderão ser aplicadas em outras avaliações. As escolas tiveram acesso à porcentagem dos estudantes de cada faixa e aos dados de escolas na mesma região, modalidade (campo/urbana) e ao nível socioeconômico dos alunos para comparação. No ano passado, fizeram a avaliação 2,6 milhões de estudantes, de 55 mil escolas.

Fonte:
Agência Brasil

I SEMINÁRIO REGIONAL SUL

21 de nov de 2014

Dois dias de muito aprendizado.. é como resumo o I Seminário Regional Sul - PNAIC, que aconteceu em Curitiba nos dias 20 e 21/11/2014.
Supervisores, Formadores, Orientadores e Professores Alfabetizadores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentaram os resultados desses 2 anos do Pacto em seus municípios. Muitas conquistas, muitos desafios vencidos, mas a certeza de que quando há o comprometimento de todos, professores e gestão pública, tudo se torna possível.

Feliz por ter participado com a minha professora alfabetizadora Maria Francieli, que juntas representamos o município de Araucária.

Obrigada, em especial às minhas formadoras Elisângela Mantagute e Maria  Sílvia Bacila Winkeler pelo convite e confiança.

Valeu a parceria com o município de Colombo, em especial a Orientadora Suzane Santos.









CADERNO 8

20 de nov de 2014

Meninas, chegou ao fim mais uma etapa..
O PNAIC MATEMÁTICA 2014 acaba de ser concluído. Estes são os últimos slides deste ano.
Com certeza no ano que vem, muito do que foi visto será colocado em prática. Agora temos bastante repertório de Matemática e de Alfabetização e Letramento, que foi visto em 2013.
Para o próximo ano, muitas novidades estão sendo planejadas. É esperar para ver!!

Agora, deixo aqui, o vídeo que passei na nossa última formação. Uma pequena homenagem a todas vocês que estiveram juntas comigo nesta empreitada chamada PNAIC.


Obrigada e sempre que precisarem, podem contar comigo!

E ainda mais O que tem nesta venda?...

14 de nov de 2014

Registro de experiência O que tem nesta venda?
Com o livro, as propostas e o Lince 

Ana Antunes, já presente aqui no blog em algumas ocasiões, parceira e, como a chamo, uma de minhas "testadoras de jogos", postou um relatório sobre o que experimentou com sua turma de alfabetização a partir do livro de Elias José sugerido aqui e o jogo do Lince. Fiquei muito contente de ler, de saber da repercussão do jogo na sala, das reações das crianças às propostas, do jogo criando vida entre as crianças.


E contente também de poder vê-la criando outras tantas propostas interessantes de trabalho com o livro, além das sugeridas por mim. O grupo fez um painel de rimas interessante, algumas atividades orais, outras escritas, leram e releram o livro...


Assim, compartilho com vocês o relatório de Ana, com suas observações de professora que está ali na sala com as crianças, o que é muito, muito rico para nossa apreciação dos materiais propostos aqui.

Vocês podem conferir o relatório completo no link: http://www.slideshare.net/AnaLuciaAntunes/registro-completo-o-que-tem-nesta-venda
Vão lá, leiam, comentem! E animem-se!

Além disso, confiram o livrinho que ela produziu a partir desse trabalho com sua turma em:
http://www.slideshare.net/AnaLuciaAntunes/livro-o-que-tem-na-venda-do-1-ano

Números

Nº escolas com matrículas no 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/ multietapa 108.733
Nº de turmas do 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/ multietapa 400.069
Nº de matrículas do 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/ multietapa 7.980.786
Fonte: INEP

Relatos da Prática

Aqui serão publicados os relatos sobre o Pacto em todo o Brasil. Se você tiver alguma notícia, vídeo, ou fotografia, por favor, entre em contato com pactonacional@mec.gov.br para que possamos divulgar.

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