PNAIC

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa

BLOG

Textos, documentos, atividades, slides das formações do PNAIC entre outros...

 

SALTO PARA O FUTURO

13 de abr de 2015

http://tvescola.mec.gov.br/tve/salto/home 
Enquanto o PNAIC 2015 não começa, que tal revermos alguns assuntos estudados no ano passado.
Dá uma passada no Salto para o Futuro e conheça uma programação voltada aos conteúdos de Matemática, entre tantos outros.

O Salto para o Futuro, programa dirigido à formação continuada de professores e de gestores da Educação Básica, integra a grade da TV Escola (canal do Ministério da Educação).

O Salto é mais do que um programa de TV. Conta com um site no qual se encontra disponibilizada a publicação eletrônica Salto para o Futuro (ISSN 1982-0283) e onde são promovidos debates em rede.

Programa de alfabetização muda realidade em cidades paraenses

7 de abr de 2015

A importância do Pnaic no Pará levou à transformação de antiga escola municipal de Cametá em centro de formação continuada para os professores da rede pública (foto: divulgação)Belém, 7/4/2015 — O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) garantiu benefícios que vão além da alfabetização e do letramento dos alunos até os oito anos de idade. Esta é a conclusão de secretários municipais de educação que estiveram reunidos na segunda-feira, 6, e nesta terça, 7, na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, para participar do 2º Seminário de Integração de Saberes em Linguagem e Matemática. Durante dois dias, os 750 participantes do encontro discutiram as ações do programa em 2014 e os desafios para 2015.
“O pacto mudou tanto a nossa mentalidade que chegamos a transformar uma antiga escola municipal em um centro de formação continuada para todos os professores da rede pública”, conta Gilmar Pereira da Silva, secretário de educação de Cametá, município do nordeste paraense, a 200 quilômetros de Belém. Com população estimada em 129 mil habitantes e economia baseada na pesca e na agricultura familiar, Cametá tem 37 mil alunos no ensino fundamental, dez mil deles em turmas do primeiro ao terceiro ano.
Com uma rede pulverizada, já que 80% das 240 escolas ficam em ilhas ou ao longo das estradas, o município tem 500 barcos no transporte escolar para garantir o acesso à educação. “Apesar dessas distâncias, todos os professores têm uma mesma preocupação: o acesso a uma formação continuada, a fim de melhorar o próprio desempenho para que os estudantes saiam da escola sabendo ler e escrever corretamente”, diz Silva. “O sucesso da formação dos professores alfabetizadores é tal que os docentes dos outros anos nos pressionaram para também receber formação continuada; daí termos criado a escola de formação de professores, que vai atender a todos.”
Compromisso — Também em Senador José Porfírio, a 1,5 mil quilômetros de Belém — exige viagem de 12 quilômetros por rio e outros 48 em estrada para chegar a Altamira, no oeste paraense —, o Pnaic alterou o comportamento dos professores. Assim como Cametá, as bases da economia são a pesca e a agricultura familiar. O município tem cerca de 14 mil habitantes e 4.522 alunos no ensino fundamental, dos quais 1.235 em turmas do primeiro ao terceiro ano.
Segundo a secretária municipal de educação, Márcia Cabral de Vasconcelos, antes da formação oferecida pelo pacto, os professores não se preocupavam em fazer avaliação mensal ou elaborar fichas de acompanhamento dos alunos. “Agora, eles estão realmente comprometidos com a missão de ensinar a criança a ser alfabetizada em português e em matemática”, afirma. “E estão com o foco na aprendizagem, ou seja, que ela passe de ano tendo adquirido as habilidades próprias à idade, e não mais que ela passe de ano por passar.”
Já em Ipixuna do Pará, distante 230 quilômetros de Belém, o Pnaic provocou “uma verdadeira revolução, visível, principalmente, nas escolas do campo”, segundo o professor de matemática Marcos Antonio Reis Oliveira, secretário municipal de educação. O município tem aproximadamente 56 mil habitantes, que vivem da agricultura familiar em domínios e assentamentos ao largo da bacia do Rio Capim, no nordeste do estado. Dos 13,5 mil estudantes matriculados na rede municipal de educação, 1.253 estão nos três primeiros anos.
Com um índice de 49% de analfabetos no município, Ipixuna do Pará tem no pacto não apenas um programa, mas a solução para o sistema educacional, já que sua metodologia foi adaptada a todo o ensino fundamental e à educação de jovens e adultos. A estratégia foi tão bem-sucedida que, em 2014, numa turma de 25 alunos de primeiro ano, 18 já estavam alfabetizados no fim do ano letivo.
“O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa mexeu na realidade dos alunos e dos professores”, afirma o secretário. “Ele ensinou os docentes a trabalhar com atividades diferenciadas, a ter uma nova maneira de ensinar, e os alunos passaram a ter aulas agradáveis e estimulantes, o que diminuiu os índices de evasão.”
Segundo Oliveira, uma professora orgulha-se em dizer que se transformou em uma profissional completamente diferente depois da formação do programa. “Ela chegou a sair da escola com os alunos para fazer compras no supermercado e, de volta, continuou a aula de matemática na cozinha, fazendo a receita de um bolo com eles, ao mesmo tempo em que ensinava fração e outras operações.”
Assessoria de Comunicação Social
Fonte:  http://portal.mec.gov.br 

PÁGINA NOVA - INCLUSÃO

27 de mar de 2015



Olá, pessoal!

Acabei de criar mais uma página no Blog.
Nela você vai encontrar dicas, atividades, informações entre outros sobre a Inclusão.
Espero que contribua com seu trabalho em sala de aula.
Passa lá!
(na barra lateral)

Novo ciclo do PNAIC será voltado para as artes, ciências humanas e ciências da natureza

15 de mar de 2015

Após módulos de formação com foco em língua portuguesa e matemática, MEC optou por expandir o programa para as demais áreas do conhecimento

     O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) encerra em março o segundo ciclo de formação, cuja ênfase foi a alfabetização matemática. No total, foram registradas 316.762 matrículas, sendo a maioria em São Paulo (13%), Minas Gerais (10%) e Bahia (9%). Os três estados também estão entre os que mais concentram professores nos anos iniciais do ensino fundamental (veja na tabela).
    Com o encerramento dos dois módulos – o primeiro teve como foco a língua portuguesa -, o MEC optou por ampliar o programa, estendendo-o para as demais áreas do conhecimento. A nova etapa de formação começa em abril e, assim como as demais, terá duração de 120 horas. A arte, as ciências da natureza e as ciências humanas no ciclo de alfabetização são alguns dos temas que serão trabalhados com os professores que estão seguindo o programa desde o início.
    Criado em 2012, o PNAIC busca assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos de idade (3º ano do ensino fundamental), faixa etária considerada tardia para muitos especialistas. Apesar disso, o percentual de jovens que ainda não sabem ler nem escrever nessa idade é de 15,2% segundo o mais recente Censo Demográfico do IBGE (2010). A metodologia do PNAIC propõe estudos e atividades práticas para atualizar ou aprofundar a formação dos alfabetizadores da rede pública e seus resultados foram aferidos na primeira edição da Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA). A prova foi realizada em 2013 com alunos do 3º ano matriculados em escolas que aderiram ao pacto, mas, diferentemente de outros exames de larga escala, os relatórios de desempenho da ANA foram disponibilizados apenas às escolas a fim de evitar comparações que pudessem prejudicar as crianças.
 
Fonte: http://revistaeducacao.uol.com.br/

 

O papel dos pais na lição de casa dos filhos

Por Andressa Basilio
lição de casa; crianca; escola (Foto: Thinkstock)
Um longo estudo realizado na Universidade do Texas (EUA) observou os efeitos do envolvimento dos pais na vida acadêmica dos filhos. Após três décadas de pesquisa e rastreamento de mais de 60 tipos de relação parental na educação, de ajuda com o dever de casa até a realização de trabalho voluntário na escola, cientistas descobriram que – sim, acredite! – alguns tipos de participação, incluindo ajudar com a lição, na verdade puxam o desempenho para baixo. Para a autora do estudo, Keith Robinson, isso está relacionado ao fato de que muitos pais se esquecem – ou nunca entendem completamente – aquilo que a criança está aprendendo e acabam confundindo a cabeça do filho. Abaixo, você confere alguns conselhos para não cair no mesmo erro:

Cuidado com o que fala
A forma como o adulto percebe a lição de casa pode influenciar a relação da criança com a tarefa. Se você fala algo do tipo “termine logo esse dever para a gente sair”, a criança vai introjetar a informação de que aquilo é uma obrigação chata. Perceba como o seu filho enxerga aquela tarefa, se tem dificuldades ou dúvidas, se está se esforçando para terminar. A partir daí, tente ajudá-lo em seus pontos fortes, sempre explicando que a lição de casa é muito importante para ajudá-lo a entender o conteúdo aprendido.

 
Fique com ela, mas não o tempo todo
Demonstrar interesse pelo dia a dia escolar da criança e apoiá-la no momento da lição dará mais segurança para que ela realize as atividades. A ajuda, porém, deve ser dosada. Ficar o tempo todo ao lado dela pode fazer com que se sinta pressionada. Sente-se ao lado do seu filho, leia o enunciado e veja se ele está confiante para fazer a lição. Depois disso, saia de perto para que ele possa fazer com calma. Só não deixe de ficar próximo o suficiente para que ele encontre você no caso de alguma dúvida.


Não faça nada no lugar dela
Por mais ajuda que você queira dar, tome cuidado para não impedir que a criança se apodere de seu papel de estudante. Caso contrário, ela vai aprender que os pais sempre podem resolver as coisas por ela. Além disso, a professora não vai ter noção da evolução da criança.


Cuidado com as cobranças
Um pai que assume postura exigente pode criar traumas, frustração e ansiedade. Respeite o ritmo do seu filho e não se esqueça de que você está no papel de pai e não de professor. Uma atitude intransigente em relação à lição de casa pode fazer com que ele tenha dificuldade de distinguir esses dois papéis.

Erro? Não corrija
Já diz o ditado que é por meio dos erros que se chega ao acerto. Isso quer dizer que, se você perceber que seu filho errou uma palavra ou a resposta do exercício, o melhor que pode fazer por ele é dar elementos para a reflexão. Qual você acha que é a resposta certa? Você pesquisou em seu material? Acha que o que você fez está correto? Esses são alguns exemplos de frases que podem ser usadas nesse momento. Se o seu filho não conseguir perceber o erro, fique tranquilo. É papel do professor auxiliá-lo com a correção.


Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Escola/noticia/2014/09/o-papel-dos-pais-na-licao-de-casa-dos-filhos.html

Estratégias para facilitar a leitura de crianças com deficiência e disfunções

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A leitura é uma atividade que faz parte do cotidiano de crianças (pelo menos deveria fazer!), seja como atividade educacional ou de lazer.  E, independente da finalidade da leitura, uma coisa é certa: para que esta seja uma atividade ativa para crianças com disfunções e/ou deficiências são necessárias adaptações.
Aqui estão estratégias para usar e ajudar a facilitar a participação/compreensão da criança com disfunção e/ou deficiência durante a leitura:

Escolha livros que são cognitivamente apropriados para a idade da criança ou grupo
Preste atenção, não estamos falando de idade cronológica, estamos falando de desenvolvimento cognitivo.  Se a criança de 10 anos está funcionando cognitivamente como uma criança de 2 anos, escolha um livro apropriado. A temática pode até ser para uma criança de 10 anos, mas é necessário adaptar a história para as capacidades e necessidades cognitivas de uma criança de 2.
Sempre dê escolhas, pergunte que livro a criança quer ler . Motivação e interesse são fundamentais!

Use elementos visuais e manipuláveis
Por exemplo, você pode usar fotos/imagens dos personagens e elementos centrais da história. As imagens podem ser encontradas na internet ou feitas por você. Elementos manipuláveis podem incluir objetos do cotidiano, como uma garrafa que representa o personagem principal, um pedaço de tecido ou folhas do jardim. Explore a sua imaginação e a da criança, à medida que torna para ela a história mais palpável, mais compreensível.
Importante: não use muitos elementos​​, pois o excesso pode se tornar uma distração e não ter o efeito esperado que é estar focado na história. Fique com elementos- chave que você pode usar ao longo da história.

Faça perguntas, dê escolhas, estimule pensamentos criativos
Para uma criança com disfunção cognitiva significativa, você pode começar perguntas simples relacionadas a história e aumentar a complexidade. Se a criança tem dificuldade em responder às perguntas, dar-lhes escolhas , como “Será que o coelho vai fazer seguir o caminho ou seguir a raposa na história? ” Se para a criança esse tipo de questionamento ainda é complexo, faça perguntas que ela possa responder com sim e não.
Sempre use reforço positivo para celebrar os sucessos. Uma criança não deve sentir-se como em um teste, a leitura deve ser um momento prazeroso, confortável, envolvente e ativo; e, para isto são necessárias as instruções corretas.
Placas de comunicação podem também ser úteis para uma criança que é não-verbal ou minimamente verbal.

Use variação de entonação e expressão facial ao ler
O uso de expressão durante a leitura melhora a capacidade da criança de compreender melhor a história e responder a perguntas com mais precisão. Entonação flutuante ao longo dos momentos da história e o uso de expressões faciais são excelentes recursos para manter a criança engajada e favorece a compreensão.

Use a experiência de uma criança e crie atividades sobre a história
Relacionando a história a experiência da criança facilita a compreenssão. Por exemplo, ao ler a história de um coelho que pega tudo o que tem na frente dele podemos comparar como as crianças se sentem em uma loja de brinquedos.  “Você já sentiu que queria tudo na loja de brinquedos?” Muitos vão se identificar com isso e discutir!
Visitar uma loja de brinquedos e discutir a história pode ser uma atividade de transição que pode ajudar a criança recordar informações e trabalhar em sequencialmente e habilidades narrativas.

Use livros que tratem sobre a disfunção ou deficiência da criança ou quem sabe crie com ela uma história sobre esta temática!
Vocês têm indicações de livros infantis que expliquem doenças por meio de histórias?? Pode ser muito útil ter algumas referências!!

Fonte: Friendship Circle

Estreia - As Chaves de Mardum

4 de mar de 2015

Não percam a estreia da série” As Chaves de Mardum” voltada para o público infantil e aborda, de maneira lúdica, o aprendizado da Matemática nos anos iniciais, com conteúdos extras em uma plataforma online e jogos digitais e material de apoio ao professor.

 TV ESCOLA

Sinopse

O Reino de Mardum está em perigo. Os irmãos Cacá e Nina precisam ajudar o comilão Anonimus a salvar o Reino. As crianças entram no Portal que dá acesso a outra dimensão para uma aventura de perigos e mistérios. Elas têm que resgatar as treze Chaves Mágicas Musicais e livrar o reino das garras de Rumpus. O vilão quer tomar o trono do Rei Ghor e ficar com as Chaves a qualquer custo. A série é voltada para o público infantil e aborda, de maneira lúdica, o aprendizado da Matemática nos anos iniciais, com conteúdos extras em uma plataforma online e jogos digitais e material de apoio ao professor. 

JOGOS NOVOS

1 de mar de 2015

Olá,
acabei de postar diversos jogos matemáticos novos!
Passa lá!
Juegos matematicos 2 (12)

Sugestões de rotinas de 1º ao 5º


Encontrei esses planejamentos de rotinas semanais e achei bem interessante para orientar o nosso trabalho. Claro que deve ser adaptado à sua realidade, contemplando a grade horária de sua escola.
Sugestão de rotina de leitura – Download 

http://www.atividadespnaic.com/2015/02/sugestoes-de-rotinas-de-1o-ao-5o/

TRABALHANDO COM O NOME DOS ALUNOS

10 de fev de 2015



O trabalho com o nome próprio do alfabetizando, na comparação com os de seus colegas de classe e o de seu professor, incentiva o estabelecimento e a articulação de relações lógicas e matemáticas imprescindíveis na construção do código de escrita alfabético e consequentemente, por serem generalizáveis a outros objetos de conhecimento, na construção de conhecimentos em diferentes áreas.
Para o alfabetizando o resgate do seu nome, voluntariamente, no processo de alfabetização, o trabalho com o próprio nome deve fazer parte da rotina do planejamento pedagógico e ser desenvolvido com critério, com objetivos bem definidos, dentro de um contexto, com embasamento teórico específico, com suporte na psicogênese da língua escrita e no conhecimento das necessidades cognitivas específicas do grupo e de cada alfabetizando, em particular.

MATERIAIS QUE O PROFESSOR DEVERÁ FAZER

1-    CRACHÁ – em cartolina, com o nome de cada aluno. Os nomes devem ser escritos na frente em caixa alta e no verso em cursiva. O tamanho do crachá deve corresponder ao tamanho do nome; por exemplo, o crachá do Luís será menor que o do Alexandre. A diferença no tamanho tem por objetivo levar o alfabetizando a discriminar a quantidade de letras, de maneira objetiva, e a diferença nas cores ajuda a discriminar modos diferentes de escrever as letras.















2-    PRISMA – em cartolina do mesmo tamanho, um para cada aluno. Escreve os nomes, de um lado, em letra caixa alta e, do outro, em letra cursiva. Fazer os prismas com o mesmo tamanho para todos os nomes tem por objetivo levar a criança a constatar que o espaço pode ser o mesmo para palavras de tamanhos diferentes.






3-    LISTÃO – em papel bobina, em letra caixa alta, com os nomes de todos os alunos da classe, seguindo a ordem numérica do livro de chamada. Usar cores diferentes daquelas do crachá e do prisma. Deve ficar afixado na sala , em lugar visível.

       1.    ALAN                                        15. KARINA
       2.    ALEXANDRE A.                      16. MARCELO
       3.    ALEXANDRE V.                      17. PATRÍCIA
       4.    AMANDA                                 18. PEDRO
       5.    ANDRÉIA                                 19. PIETRO
       6.    CARLOS                                  20. PRISCILA
       7.    CARLOS EDUARDO              21. REGINA
       8.    CRISTIANO                              22. ROBERTA
       9.    DANIEL                                    23.  SOPHIA
      10. DANIELA                                 24. THIAGO
      11. EDUARDO                              25. THAMIRES
      12. FERNANDO                            26. THAYS
      13. GISELE                                    27. VICTÓRIA
      14. JÚLIO                                       28. WESLEY


4-    GRADE DE NOMES – com os nomes de todos os alunos, em letra bastão. O nome do professor também deve constar nessa folha. Serão feitas cópias dessa lista para atividades diferenciadas, individuais e/ou em grupo, no decorrer do ano.

1º ANO A – PROFESSORA JOELMA
ALAN
DANIEL
REGINA
PEDRO
FERNANDO
ALEXANDRE A
DANIELA
THAMIRES
PIETRO
GISELE
ALEXANDRE V.
EDUARDO
ANDRÉIA
VICTÓRIA
JÚLIO
AMANDA
KARINA
CARLOS
ROBERTA
WESLEY
THIAGO
MARCELO
CARLOS EDUARDO
SOPHIA
THAYS
PRISCILA
PATRÍCIA
CRISTIANO

5-    LISTA DE PRESENÇA – uma com os nomes das meninas e outra com os nomes dos meninos, ambas em letra caixa alta. Depois de alguns meses, a mesma lista poderá ser feita com a sequência de nomes do listão e também em letra cursiva. Será preenchida semanalmente por todos os alunos presentes. A cada semana, nova lista é feita, de acordo com os dias do mês.



1º ANO A – PROFESSORA JOELMA
MENINOS
SEGUNDA FEIRA
DIA: _____
TERÇA FEIRA
DIA: _____
QUARTA FEIRA
DIA: _____
QUINTA FEIRA
DIA: ______
SEXTA FEIRA
DIA: _____
ALAN





ALEXANDRE A.                      





ALEXANDRE V.                      





CARLOS





CARLOS EDUARDO               





CRISTIANO





EDUARDO






1º ANO A – PROFESSORA JOELMA
MENINAS
SEGUNDA FEIRA
DIA: _____
TERÇA FEIRA
DIA: _____
QUARTA FEIRA
DIA: _____
QUINTA FEIRA
DIA: ______
SEXTA FEIRA
DIA: _____
AMANDA





ANDRÉIA





DANIELA





GISELE





KARINA





PRISCILA





ROBERTA







6-    ALFABETO – com letras escritas em diferentes tipos, com ênfase na letra bastão. Além do material específico com nomes, o professor deve afixar o alfabeto na sala de aula, para consultas diárias relacionadas com os nomes dos alunos e seu próprio nome.







Fonte: Livro: Alfabetização: um processo em construção, RUSSO, Maria de Fátima, Saraiva, 2012. P. 63 a 70.

Números no Brasil

Nº escolas com matrículas no 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/ multietapa 108.733
Nº de turmas do 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/ multietapa 400.069
Nº de matrículas do 1º, 2º, 3º ano e multisseriadas/ multietapa 7.980.786
Fonte: INEP

Relatos da Prática

Aqui serão publicados os relatos sobre o Pacto. Se você tiver alguma notícia, vídeo, ou fotografia, por favor, entre em contato com milaribeiro73@hotmail.com para que seja divulgado.

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